quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Primeiras Impressões - Ensina-me a Amar

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Primeiras Impressões – Ensina-me a Amar
Título: Ensina-me a Amar
Série: Ensina-me
Autora: Thaís Benício
Gênero: Romance Erótico
Número de Páginas: 403
Editora: Angel 
Skoob: AQUI
Compre: AQUI
Olá, mores! Sumi por um bom tempo, eu sei, mas voltei com um post especial <3 No início deste ano, eu fiz resenha do livro Ensina-me a Viver, primeiro livro da série Ensina-me, da autora Thais Benício. O primeiro e o segundo volume da série foram publicados na Bienal de SP deste ano, pela editora Angel e eu recebi os dois livros em parceria com a autora. Agora (com um atraso que só poderia vir de mim mesma, porque só vivo atrasada!), farei o primeiro post sobre o livro dois, Ensina-me a Amar. Vamos lá? (se você ainda não leu o livro um, esteja ciente de que aqui existem spoilers)
SINOPSE:
O quanto um único momento pode mudar a vida de alguém? Como se recuperar de um duro golpe no momento em que menos se espera? Quando Ellen Muller acha que está tudo bem na sua vida por ter Nicholas Hoffman como o namorado dos seus sonhos, o emprego dos seus sonhos e a vida hípica dos seus sonhos, uma terrível tragédia acontece obrigando a jovem de 19 anos a mudar radicalmente sua rotina, seus desejos e seu modo de agir. Uma das maiores mudanças que acontece com ela é a sua aproximação demasiada com o amigo do trabalho Asher, o que faz com que Nicholas se sinta inseguro na relação dos dois. Principalmente porque após uma viagem a Mônaco, ele é solicitado pela família em Nova Iorque para cuidar dos negócios que negligenciou há muitos anos. A sequência de Ensina-me a Viver mostra a história de amor e superação de alguém que precisa conviver com as limitações causadas por um grave acidente em um dos dias mais felizes da sua vida que a faz repensar sua maneira de viver e amar. 
Como estou com os exemplares físicos em mãos, falarei sobre essa edição física. Primeiro, as capas eu achei lindas, super “a cara da estória”, gostei bem mais que a da primeira edição. Eu imagino a Ellen parecida com a Lucy Hale, e a garota da capa dos livros (assim como o cara), faz jus a descrição da autora sobre esses personagens. A diagramação do livro ficou de muito bom gosto, nem muito cheia de “frufru”, nem simples demais.  A revisão deixou um pouco à desejar, mas nada de erros grotescos, apenas alguns detalhes de digitação e afins, nada que atrapalhe a leitura.
Sobre o livro, a escrita da Thais, embora já fosse maravilhosa no livro um, está ainda melhor. Nada de descrições cansativas e desnecessárias, tudo na medida certa, com um vocabulário rico e muito bem utilizado. Sinceramente, melhor do que a escrita de outros autores nacionais muito reconhecidos no mercado (e digo isso como leitora que sou, que comprou livros por indicações “maravilhosas” na bienal e se decepcionou muitíssimo).
Eu li 11 capítulos do livro, então vou falar apenas das primeiras impressões que tive com a leitura (que fique claro).
Ensina-me a Amar é a continuação da estória de Nicholas e Ellen, é narrado pela Ellen (diferente do primeiro livro, que é narrado pelo Nick) e inicia após o que acontece no final bombástico do livro um. Deixei expresso (acho que até em letras garrafais) que gostei MUITO do livro um da série Ensina-me, o enredo, para mim, foi sem precedentes, havia desde drama à romance e cenas eróticas (quentíssimas!). Havia amizade, havia ressentimentos, arrependimentos e tudo muito bem interligado para fazer desta uma ótima estória, e no livro um foi assim. Não sei se fui a única, mas (segundo o que lembro) no final do livro 1 me pareceram haver somente duas ligas para puxarem o livro 2: a criança que o Nick conhece na ONG e o acidente da Ellen. Para mim, a questão com a Ada (vaca, pior personagem EVER – depois dos pais do Nick) já estava resolvida, ela tinha ido embora, o Nick já havia perdoado ela, então pensei: OK. Os pais do Nick me pareceram somente terem sido responsáveis, como a Ada e o Mike, pelo que ele se tornou, os quatro fizeram o Nick sofrer de tal forma que ele quase acabou com a própria vida, o mundo dele desabou, mas ele se recuperou, se reergueu e se tornou um homem independente tanto do dinheiro dos pais, quanto da amizade e amor do Mike e da Ada. Pensei: isso também me parece OK. A Ellen tinha o amigo (que amo muito, só pra deixar claro, ele é meu personagem preferido depois do Robert), Asher, e o Nick tinha muito ciúmes dele, o que não mudou, mas no final do livro os dois pareceram ter se resolvido. Nas minhas contas, essa questão também estava OK.
Contudo, no livro dois, descobrimos que não. E vou explicar mais sobre isso, já, já. Agora vamos por partes do livro 2:
Eu quero deixar claro que eu simplesmente me encantei com a sensibilidade verídica com que a autora retratou a dificuldade de um cadeirante, a Thais mostrou que mesmo tendo dinheiro para tornar essa condição menos difícil de se conviver, as dificuldades são enormes e, muitas vezes, não são do conhecimento da sociedade. Achei excepcional ela dar certa ênfase a isso. Foi triste em certos trechos? Sim, mas necessário. Tornou a estória, o que os personagens estavam vivendo e sofrendo, muito mais real.
“- Então não me peça pra agir como se você fosse apenas sexo. Você é mais do que isso. Você é a pessoa mais importante da minha vida. – Ele solta uma longa respiração. – Você é minha vida.”
Eu amei essa parte <3 Nesse pequeno trecho, nesse minuto, o Nick me conquistou um pouco, foi, querendo ou não, algo que apenas reafirmou o amor que ele sente por ela, apesar de tudo o que estava acontecendo. Foi uma prova de amor.
Nas primeiras páginas vemos os problemas de adaptação do casal, Ellen e Nick, vemos o quanto ambos sofrem pelo que aconteceu, tanto pelo acidente quanto pela culpa. Isso eu achei compreensível, mas em determinados momentos admito que o Nick me irritou muitíssimo. Em um dado momento do livro a Ellen o consola pelo que aconteceu a ela(?) Há uma parte também em que ela chega a essa conclusão:
“Ele amadureceu rápido. Acho que a dor faz isso com as pessoas. A vida pode ser bem cruel às vezes; e é doloroso saber que foi assim que o meu Nick se tornou um homem.”
Um fato que não dá pra ser contestado: Nick sofreu muito, sofreu por culpa das pessoas que mais amava, sofreu por perdas e erros que nunca conseguiria mudar. Eu entendo isso, entendo o motivo de ele ter se fechado para o amor, entendo o fato de ele ter sido um cafajeste antes de conhecer e se apaixonar pela Ellen. Realmente entendo. Mas não vejo tanta evolução nele depois de tanta dor, vejo-o mais maduro do que o que ele pareceu antes? sim, mas não vejo a determinação de superar de verdade o que passou, não vejo firmeza ao dizer "não" ou ao se mostrar do lado da Ellen. Em alguns trechos ele parece mais centrado, mais como o homem que eu acho que a dor poderia tê-lo tornado, mas em outras não. Ele é um homem maravilhoso para a Ellen, ama ela, isso não da pra negar porque ele repete toda hora, mas, por culpa dele, os dois não conseguem continuar tão bem quando estão com pessoas como a Ada e os pais dele – sim, eles se reaproximam por causa de umas coisinhas sérias aí. Nicholas não consegue se desligar da Ada, mesmo depois de tanto sofrimento, e, como leitora, isso me irritou muito. Ainda mais porque eu achei que essa estória já estava resolvida, então foi desenterrada, e todos estavam claramente contra o casal (a não ser o avô maravilhoso do Nick, meu terceiro personagem favorito). A Ellen estava se sentindo em desvantagem, estava se sentindo “menos mulher”, e isso é muito compreensível, mas o Nick não percebe que acaba fazendo ela se sentir ainda mais ameaçada pela Ada. Não percebe que por mais que diga que ama a Ellen, ele, por vezes, age como se sentisse falta da Ada.
Vejo a Ellen, sendo mais jovem, ser muito mais estável que ele. Vejo ela sendo muito mais forte também. Ela tem defeitos? Tem. Ela erra muito? Erra. Ela me irritou em algumas partes? Também. Ninguém é perfeito. Ela ser mais jovem não justifica os erros, eu sei, mas vejo ela como a mais.... Como eu poderia dizer? Forte da relação. O Nick tem mais de vinte anos, é um homem, e por vezes parece o mesmo adolescente que sofreu muito por causa dos pais, o mesmo cara que viu na Ada um refúgio da dor que sentia. Em certas partes eu pensei: supera. Nick, a Ellen precisa de ti, seja forte, meu quirido. Em outras: gente, o Nick  vai ficar bem. Parem de fazer ele parecer tão frágil.
Lembro que no livro um o Robert fez uma analogia maravilhosa sobre o Nick e a Ada, como se ela fosse uma droga da qual ele era dependente e da qual estava em abstinência forçada, portanto, não havia se recuperado. Eu amei. Lembro disso até hoje porque realmente concordo. Nick precisa se desintoxicar dessa droga, mas a Ellen não pode fazer isso por ele, ninguém pode. Ellen é namorada dele, claro que pode ajudá-lo, consolá-lo, pode sofrer por ele, pode tentar confortá-lo sempre, mas em algumas partes senti como se ela fosse irmã mais velha dele, e não namorada. Em alguns momentos eu pensei que o Asher seria um homem melhor para ela, mesmo que o Nick, em certas falas, me conquiste, talvez por causa da aproximação do Ash e da Ellen, um lado meu passou a shipá-los. Sim, gosto do Asher (embora ele também tenha os momentos dele). (ME JULGUEM!)
No decorrer das páginas também há uma quantidade grande de segredos e omissões por parte dos dois. Você percebe e pensa: “Cara, isso não vai prestar”. E algumas omissões são bem desnecessárias, eles poderiam contar um ao outro de boas, mas escondem, não conversam direito, resolvem tudo com sexo (deixam de lado, na verdade). Sabe quando tu tens certeza de que esse acumulo de coisas vai resultar numa briga feia? Me senti assim ao ler.
Há também um detalhe que me chamou atenção (e entristeceu!), o Robert não aparece muito (claro, sei que ele é melhor amigo do Nick e o livro 2 é narrado pela Ellen, isso restringe um pouco o aparecimento dele no livro, mas ele é meu personagem preferido da série, senti falta. Respeita, tá?). E no capítulo 10 e 11 descobrimos uma coisa que me fez ficar ainda mais triste. Mas não vou contar porque seria muito spoiler e já dei muitos. Leia e descubra.


O que espera da conclusão do livro? Espero muitos forninhos caindo, espero que os personagens principais, com tudo o que está prestes a acontecer (que não é difícil de se imaginar depois de tantas omissões), faça com que eles amadureçam, tanto como pessoas, quanto como casal. Espero mais objetividade deles, da estória e mais maturidade pra lidar com as discussões que precisam sim existir. Eles são jovens, nenhum deles teve um relacionamento como o que tem agora, precisam aprender juntos e espero isso. Ah claro, espero outro final bombástico para dar o impulso do livro 3. Sou uma leitora péssima, li as últimas falas da última página (RESPEITA MEU MOMENTO CURIOSIDADE MASTER, OBRIGADA!) e já estou com o core apertado. Preparando os forninhos, porque sim, eles vão cair.
Enfim! Essas são minhas primeiras impressões! Em breve postarem a resenha completa!


Beijos *----*

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Resenha Periguete Apaixonada - Kamila Cavalcante

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Resenha – Periguete Apaixonada
Título: Periguete Apaixonada
Autora: Kamila Cavalcante
Editora: Nix
Número de Páginas: 366
Skoob: AQUI
Compra: AMAZON (E-BOOK) EDITORA NIX (FÍSICO)
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Oiiiii, gente!!! Voltei! (AMÉM!)
Hoje teremos resenha de mais um livro nacional! Eu comecei a lê-lo no wattpad, mas esperei o físico para concluir a leitura! Haha

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SINOPSE:“Maria Fernanda é uma periguete assumida que vive se metendo em confusões. Short curto e batom vermelho são sua marca registrada. Por onde passa, seu corpo, seu bom humor e loucura chamam atenção. Sempre animada e sem se importar com o que os outros pensam, Mafê é dona do próprio nariz. Contrariando o que todos acham, ela é uma eterna romântica que está à procura do verdadeiro amor sem deixar de se divertir, obviamente.
Carlos Eduardo é um dos maiores chefões do tráfico na capital Rio Azul. Comanda a favela Bela Flor onde vive em quase harmonia. Apesar de ser um homem violento, ter problemas com a polícia e com a justiça, Cadu, como é conhecido, é um homem venerado pela maior parte da comunidade e respeitado por muitos na cidade. Cadu é centrado e sempre coloca o trabalho acima de quase tudo. Ele não confia em mulher alguma e segundo ele, elas só servem de passatempo. Pegou, desapegou. Esse é o seu lema com elas.
Mafê vai enxergar em Cadu o homem perfeito para se apaixonar e vai encarar o desafio de fazer com que ele se apaixone por ela.
Embarque nessa aventura com o pessoal da Bela Flor e descubra se, e como, Mafê vai conseguir essa proeza, mas para isso: Liberte seu lado romântico. Liberte sua periguete interior.”

Eu preciso começar falando da capa, porque gente, eu A-M-O a capa desse livro!!!! Ela não poderia ser mais a “cara” da estória. São a Mafê e o Cadu ali! Não há como negar!
Outro ponto forte nessa primeira edição física foi a diagramação, que também achei linda! A editora teve todo o cuidado de produzir um exemplar que estivesse de acordo com a estória, os detalhes da capa e do miolo do livro são prova disso! Adorei!
Um ponto que, infelizmente, deixou um pouco a desejar foi a revisão, mas não é nada que incomode muito a leitura (é que eu sou insuportável mesmo K), como gosto de resenhas verdadeiras, claro que acho válido dizer isso.
Agora vamos à estória, quem não sabe, eu já fiz um post de “Primeiras Impressões” desse livro, quem ainda não leu, clique (AQUI) - sugiro que leia esse post antes da resenha.
Eu já deixei claro que tenho um fraco por chick-lit, né? A mistura de comédia e romance me cativa e, com este livro não foi diferente! Aqui conheceremos Mafê (Maria Fernanda) e Cadu (Carlos Eduardo). Tudo se passa em um estado criado pela autora, mais precisamente na favela Bela Flor, da capital Rio Azul. Então, se você curte uma estória romântica, regada a confusão e sensualidade, você precisa ler esse livro!
O enredo em si é original, sem precedentes e te arrebata de uma forma inexplicável para dentro dele, porque você consegue capturar a essência dos personagens principais e, além disso, por mais que sejam opostos e naturalmente (mesmo que não saibam) um esteja contra o outro (e você entende isso, você concorda com a posição da Mafê em relação à criminosos, e está ciente de que o Cadu não poderia agir de forma diferente ao que ela é – e não estou falando do fato de ser uma periguete), mas como se afastar quando acredita que encontrou o homem da sua vida? Como resistir quando uma mulher, pela qual se está louco, te provoca e seduz como nenhuma outra jamais conseguiu? Mesmo sendo uma louca que só arranja confusão? ~risos~
Na metade do livro você percebe que Mafê não é completamente doida por querer conquistar um homem que mal conhece (não tanto, pelo menos), como você acreditava, ela tem um objetivo! E pretende alcançá-lo, nem que pra isso precise deixar esse homem completamente louco (por ela, calma!)! O que ela não sabe é que terá que travar uma batalha em si por causa dessa decisão, ficará em um impasse entre fazer o que seu coração diz (e não desistir do homem que aprendeu a amar) ou seguir seu bom senso, a razão que lhe lembra que foi ensinada a odiar homens como ele, e se afastar. Por outro lado, não muito diferente, Cadu (sem perceber) já foi sabotado por si mesmo, pois, por mais que queira e tente, ele não consegue se afastar.
“Droga, o que eu to dizendo? Ela própria disse que sou bandido e que queria ficar longe de mim. O problema é que, assim como ela, eu já não consigo ficar longe. Quero ela pra mim.”
Dividida entre o que acha certo e o que não suportaria perder, Mafê cede momentaneamente, tanto porque já sabe que aquele homem a ama quanto porque (como Cadu mesmo já concordou) ele será sua cobaia (o que fica implícito na verdade é um desafio feito por ele, em que ela – como queria desde o início – teria que fazê-lo se apaixonar). Mas não pense que são apenas os personagens a ficarem divididos, porque nós, leitores, também ficamos! Pois você shippa o casal, você quer que eles fiquem juntos e, ao mesmo tempo, não vê como isso possa acontecer, não vê como você (estando no lugar na Mafê) decidiria por ficar com o Cadu, porque ela pode amá-lo loucamente, mas o amor não faz dele menos responsável pelo tráfico daquela cidade, tampouco pelas vidas que estraga por isso.
“ Tu não tem que fazer eu me apaixonar por ti? – ela confirma com a cabeça. – Então faz, ué. Faz eu me apaixonar por tu. O que nós tem pra perder? Namora comigo.”
Gente, o Cadu não é aquele traficante cruel e desumano e, por mais que isso não diminua o que ele faz, nem o que ele é – traficante – te faz gostar menos dele em determinados momentos. Em algumas páginas, isso traz um pouco de inconsistência ao enredo porque você não espera que um traficante seja como ele, mas quem garante? Que mesmo fazendo algo errado, ruim para a sociedade, eles não possam ser, em determinadas situações, como homens “normais” que também experimentam alguns sentimentos bons, mesmo que tenham feito decisões errôneas por um passado difícil e doloroso? Quem garante que não poderiam mudar, se tornar pessoas melhores (por mais difícil que isso seja na sociedade em que vivemos)?
O final foi surpreendente, eu não esperava os acontecimentos que se sucederam a partir do capítulo 24, tampouco que (depois de todos os preconceitos que os dois enfrentaram para ficar juntos, para admitirem pra eles mesmos, se amarem) eles tivessem atitudes tão estúpidas e pensamentos tão incoerentes. Eu, particularmente, não perdoaria a atitude do Cadu, por mais que sofresse por não voltar com ele, por mais que soubesse que ele me amava e que se arrependia amargamente por ter sido fraco, a traição (com a certeza de quem tem um coração aquariano e orgulhoso) doeria muito mais, mas a Mafê é a Mafê, ela também passou por uns momentos bem ruins, teve que tomar decisões muito difíceis, teve que escolher pelo bem das pessoas que amava e, depois que tudo isso passou, claro que ela continuaria abalada, que um erro do Cadu não seria um empecilho tão grande para ela enfrentar quanto tudo o que já tinha passado para estar com ele.
Os últimos capítulos me deixaram com uma sensação de “sim, isso é apenas um livro. Na vida real as possibilidades de metade dessas coisas acontecerem são quase nulas”, e é um contraste tão grande com o início, com a familiaridade que você tem no começo do livro, porque no início você pensa “Cara, isso ta acontecendo mesmo. Eu conheço uma Mafê, eu tenho amigas que falam como a Mafê, eu sou quase tão louca quanto ela”. Ainda não sei dizer se isso é bom ou ruim. Porque, OBVIO, você sabe que é um livro, mas está tão envolvido que quando perde um pouco do que te identifica com a estória, tu acorda pra realidade. De qualquer forma, para a conclusão de um chick-lit que se preze, ao menos eu não enxergaria um final satisfatório melhor que o que teve (não com minhas expectativas sobre o Cadu).
Enfim, acho que é isso! Eu gostei do livro, da leveza com que a autora escreve, da originalidade da estória e do casal diferente e divertido! Recomendo a leitura para quem, como eu, se deixa envolver facilmente pelo encanto de uma comédia romântica (e, por mais frio que seu signo seja, não deixa de sorrir feito boba, é claro!)
É isso, até a próxima! <3

Beijos da Mary!

sábado, 10 de setembro de 2016

Resenha: A Redenção de Um Lorde Libertino

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 A Redenção de Um Lorde LibertinoElissande Tenebrarh
Spin Off da Série Novos Contos de Fadas
SINOPSE:
Lorde Matthew Cheeven tinha tudo milimetricamente arquitetado.
Nada daria errado.
Iria raptar a noiva de seu pior inimigo bem no dia do casamento.
Ele tinha a situação sob controle.
Deixaria a jovem em uma casa abandonada sob seus cuidados até que sua vingança estivesse completa, e então a libertaria.
A estratégia era boa, porém, o que o nobre cavalheiro não esperava era que sua cativa não se opusesse tanto ao rapto, muito menos que fosse tão terrivelmente bem, doce e sedutora e que lhe causaria efeitos tão impróprios.
Entre a vingança e o desejo, o que o bom lorde deve escolher?

Então, esse é o segundo livro da Elissande que eu leio e resenho aqui no blog. Leia a resenha de O Pecado de Emerlly (AQUI). A escrita da Elissande é simples e instigante, as páginas desse livro passaram voando automaticamente enquanto eu o lia. Apesar de uns pequenos detalhes que mencionarei mais à frente, eu adorei a leitura. Foi realmente gratificante.
O pequeno conto nos apresenta Matthew, já no início do livro, com seu plano completamente arquitetado e prestes a ser colocado em prática. Ele é esperto, extremamente sério, reservado e também um incorrigível libertino! Passei boa parte do livro sem compreender o motivo de ele querer tão convictamente se vingar do lorde Spender, noivo da nossa mocinha, mas isso, embora não com a atenção que deveria (por ser um ponto primordial da estória) foi explicado da metade do livro para o final.
No livro temos o conhecimento do que se passa nas mentes dos dois personagens principais e eu realmente gostei disso, afinal, saber o que eles pensam e como se sentem em relação às atitudes do outro é sempre bem vindo e nos ajuda muito no entendimento da trama e, principalmente, nas razões que ambos têm para agir de determinada maneira diante de cada situação apresentada.
Clarissa é uma das melhores mocinhas que lembro de já ter encontrado em um livro! Bem humorada, divertida, sincera, espontânea e, apesar do que a sociedade julga, linda. Ela não se deixa abalar pelas criticas vindas dos outros, está de bem com ela mesma e seu corpo, apesar de certas vezes tentar agradar a mãe e se submeter a um regime para diminuir suas medidas. Ela é impelida a se casar com Lorde Spender (um velho caquético e insuportável, que não aparece no livro, mas que odiamos) para ajudar a mãe e o irmão. Clarissa também sente que, por estar acima do peso, aquele foi realmente o casamento mais proveitoso que sua mãe e tia poderiam lhe arranjar, mas ela nem imagina o que o destino reservou para ela.
Ser sequestrada, no dia do casamento era quase como ser salva de um matrimônio que não queria e acreditava que não conseguiria suportar também! Contudo, o sequestrador se surpreendeu ainda mais que ela.
Matthew não acreditava conseguir lidar com Clarissa, pois ela o enlouquecia e cativava mais a cada dia que passavam juntos na cabana para a qual a levou. Em poucos dias, ele aprendeu a admira-la, compreendê-la, sentiu empatia e admitiu também começar a se sentir atraído por ela. O que era terrivelmente errado, afinal, ela era um meio para chegar à um fim! Tudo o que Matthew queria era se vingar e estava prestes a concluir essa vingança, se não fosse vencido pela mulher e os desejos primitivos que o tomavam.
Um erro poderia ser até compreensível, mas dois não! Raptá-la e mantê-la a salvo por determinado período de tempo era o que precisava fazer, Clarissa se mostrou até mesmo satisfeita com essa possibilidade (embora também estivesse ciente de que seu futuro ao fim daqueles dias como cativa, era incerto), após conhecê-lo e compreender parte dos motivos que o levaram àquela atitude desesperada, ela percebeu que não queria se afastar dele. Mas então por que, contrariando o plano perfeito, ele decidiu tê-la para si? Por que ela aceitou?
Apesar destas questões, a pergunta realmente pertinente era: O que ambos fariam agora?
Devolvê-la à sua família era errado, levá-la consigo também, casar-se poderia ser o mais difícil, mas a única opção válida e honrada a ser tomada, se Clarissa não tivesse (a seu ver) bons motivos para recusar essa proposta.
Como eu disse, adorei o livro, a estória dos dois é simples, mas vale a leitura: é divertida, apaixonante. O livro é pequeno, direto, mas não pareceu ser apressado demais (embora eu ache que a decisão de se entregarem, que eles tomaram após um episódio no lago, tenha sido abrupta já que Matthew estava decidido e convicto de que se manteria longe e rapidamente, após salvá-la, mudou de ideia).
Eu não li os outros livros dessa nova Série da Elissande e talvez por isso não tenha compreendido tanto quanto poderia as questões que envolviam o desejo de vingança do Matthew, porém, espero ter a oportunidade de ler os outros livros em breve.
Sou suspeita para falar da capa, pois tive o prazer de opinar nela, ainda que tenha sugerido algo diferente, gostei do resultado final tanto no exemplar físico quanto no ebook. É muito a cara do livro e agora sei disso!
Enfim, é isso, recomendo a leitura para quem gosta de um bom romance de época, pois este tem todos os temperos certos para fazer uma amante desse tipo de literatura se apaixonar e se encantar!
Até o próximo!
Beijos da Mary!







sexta-feira, 15 de julho de 2016

Primeiras Impressões: Periguete Apaixonada - Kamila Cavalcante

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Olá, amores! Tudo bem?! (espero que sim!)
Então, hoje eu vim com mais um post de primeiras impressões de um livro nacional! O lançamento dele é hoje na Amazon, quem quiser dar uma olhada, basta acessar o link: AQUI
SINOPSE:
“Maria Fernanda é uma periguete assumida que vive se metendo em confusões. Short curto e batom vermelho são sua marca registrada. Por onde passa, seu corpo, seu bom humor e loucura chamam atenção. Sempre animada e sem se importar com o que os outros pensam, Mafê é dona do próprio nariz. Contrariando o que todos acham, ela é uma eterna romântica que está à procura do verdadeiro amor sem deixar de se divertir, obviamente.
Carlos Eduardo é um dos maiores chefões do tráfico na capital Rio Azul. Comanda a favela Bela Flor onde vive em quase harmonia. Apesar de ser um homem violento, ter problemas com a polícia e com a justiça, Cadu, como é conhecido, é um homem venerado pela maior parte da comunidade e respeitado por muitos na cidade. Cadu é centrado e sempre coloca o trabalho acima de quase tudo. Ele não confia em mulher alguma e segundo ele, elas só servem de passatempo. Pegou, desapegou. Esse é o seu lema com elas.
Mafê vai enxergar em Cadu o homem perfeito para se apaixonar e vai encarar o desafio de fazer com que ele se apaixone por ela.
Embarque nessa aventura com o pessoal da Bela Flor e descubra se, e como, Mafê vai conseguir essa proeza, mas para isso: Liberte seu lado romântico. Liberte sua periguete interior.”
Primeiramente, eu gostaria de falar do título do livro, pois, original, acima de qualquer coisa, o define! Tenho certeza absoluta que nunca vi um livro com esse título e ele, definitivamente, assim como a sinopse e a capa, é MUITO a cara da estória.
Durante a semana passada, no Insta do blog e em um grupo do whatsapp eu falei muito sobre o livro com algumas pessoas e a reação de muitas delas foi tipo: “SÉRIO QUE EXISTE UM LIVRO UM ESSE TÍTULO? KKK”
Portanto, eu quero lembrar que preconceito literário (por causa de gênero/capa/título) é feio, você está julgando algo que sequer conhece ainda (e nem mesmo conhecer, te dá o direito de julgar. Respeito acima de tudo, ok?!) Claro que há gostos e gostos (como diz minha ex instrutora: gosto é igual pescoço, todo mundo tem o seu) e apenas você sabe o que te agr biada numa leitura e o que não agrada, mas julgar e criticar de forma tão pejorativa é inaceitável. Sim, a personagem é uma periguete, mas seu preconceito quer dizer o quê? Que elas não se apaixonam ou que não devem ser personagens principais de um livro? Ou o título não pode ser original assim? Fala sério! Seja menos preconceituoso, a sociedade (principalmente a literária) agradece.

Agora sim, sobre o livro em si:
Gente, é um chick-lit simplesmente inédito e absolutamente incomum, por isso, desde os primeiros capítulos, ele me prendeu de uma forma que somente os livros da Sophie Kinsella conseguiram fazer. As escritas, óbvio, são divergentes, afinal, todo autor tem seu jeito todo especial de escrever, mas a escrita da Kamila é direta e traz muito nacionalismo e até gírias que dão uma verdade incontestável a estória. Tipo, você pensa: eu acho que conheço uma Maria Fernanda (personagem principal do livro), tenho certeza que conheço. E sabe por que? Porque ela tem a essência da mulher brasileira, não é como a maioria das personagens, Mafê tem a sua originalidade como a sua maior qualidade: é divertida, sem papas na língua, linda, sabe o que quer e não vê obstáculos suficientes para impedi-la de conseguir isso. Ela é muito julgada, principalmente pelos homens (que acreditam que podem tratá-la como lixo), mas ela não deixa de ser quem realmente é e todos que a conhecem de verdade, gostam dela exatamente por isso: por ser verdadeira e não se deixar abalar pelo preconceito dos outros.
Conceito de Piriguete
“ Piriguetes são as mulheres independentes e liberais, que procuram ter várias relações sexuais sem estabelecer um critério muito assertivo para suas escolhas.
[...]
Uma das características populares das piriguetes é que elas não se apegam emocionalmente aos seus parceiros com facilidade, pois não estão à procura de um relacionamento duradouro.” (fonte: www.significados.com.br)
Para Mafê, se ter uma vida sexual liberal, ser independente (financeiramente e emocionalmente) de qualquer homem e não se importar com a opinião alheia faz dela uma “periguete”, ela não se importa minimamente com isso. E eu a admiro por isso, porque é uma escolha dela, ela é livre para escolher o que quiser e conseguir deixar de lado as ofensas e o preconceito ridículo da sociedade, não é fácil e nunca foi.
O livro se passa em uma cidade criada pela autora, em Rio Azul, numa favela chamada Bela Flor, é narrado pelo ponto de vista dos personagens principais, da Maria Fernanda e Carlos Eduardo (Mafê e Cadu, respectivamente), algo que eu realmente gostei já que assim podemos saber exatamente como cada um deles se sente e até o que pensam durante cada página do livro. As doses de humor colocadas, embora às vezes com certo exagero – o que deixou alguns trechos forçados – são um diferencial em um enredo que poderia ser somente mais um romance entre tantos. Não sei explicar, mas o toque cômico dentro de um romance entre uma periguete e um chefe do tráfico de um morro, não ficou estranho, talvez isso seja porque esse humor combina perfeitamente com a personalidade distinta da Mafê, em contrapartida, um ponto que em alguns trechos, mesmo sendo ficção, não conseguiu me convencer, foi o fato do Cadu (sendo um chefe do tráfico), por mais peculiar que seja, também ter seus momentos de humor, assim como alguns personagens que “trabalham” com ele. Não é que tenham sido todos os trechos, porque muitos me fizeram sim rir, ou que isso jamais pudesse acontecer, já que existem pessoas atrapalhadas em cada canto do mundo, mas talvez eu tenha sentido falta do homem de má índole, do perigoso, inescrupuloso e malvado, que sabemos que um “bandido” realmente “tem” que ser (o chefe de tráfico de um morro, mais precisamente), mas não há muito disso. Sim, também percebemos que o Cadu não segue o estereótipo que eu descrevi acima, ele, embora de algumas pessoas goste de ter o medo, prefere ter o respeito da maioria.
Eu li treze capítulos até agora e já percebi que há alguns segredos e detalhes em relação aos motivos de Mafê para ir morar na comunidade, também há a ansiedade de ver os dois finalmente juntos e, durante esses capítulos, você percebe que os personagens principais ainda enfrentarão alguns percalços por causa de escolhas erradas e algumas omissões que fizeram também, então em você o que resta é a vontade (cada vez maior) de descobrir qual será o desfecho da estória, o que fará duas pessoas tão diferentes ficarem juntas? Quando chegar a hora de descobrir a verdade sobre o que os dois realmente são, como eles reagirão?
Então, o que posso dizer para finalizar, é que estou ávida por concluir a leitura e, embora ainda não a tenha concluído, eu já recomendo para quem gosta de um romance simples, com boas doses de humor e até algumas cenas um pouco sensuais.
Periguete Apaixonada, logo nas primeiras páginas, me conquistou por sua peculiaridade, originalidade, senso de humor e, claro, pela escrita leve e simples. Definitivamente preciso de mais.


sábado, 9 de abril de 2016

Dicas da Mary: 5 Filmes para se assistir na vida

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Olá <3
Vou inaugurar esse “Dicas da Mary” com uma série de 5 filmes que você PRECISA assistir! Foram filmes que marcaram a minha vida de alguma forma e me ensinaram belas lições. Não vou fazer uma resenha de cada filme, apenas um comentário curto sobre cada um deles! Espero que gostem!

[1] ANJOS DO SOL
Eu tinha apenas nove anos quando assisti esse filme, numa aula  da quarta série! Hoje eu percebo que o conteúdo dele não era apropriado para a minha idade na época, mas eu era a mais nova da turma >< E também, como as coisas acontecem hoje em dia, acho que ele foi válido, e me concedeu muito conhecimento.
O filme relata a exploração sexual no Brasil, como meninas, crianças e adolescentes, são vendidas – às vezes por suas próprias famílias – para serem exploradas. O filme tem foco na história de uma menina, que é vendida pela família e passa por muitas coisas até finalmente ser vendida para uma espécie de cabaré, lá ela é, por vezes, drogada e diversas vezes estuprada. Ela vê algumas das meninas que também estão lá grávidas e doentes – por causa de doenças sexualmente transmissíveis.
O filme te faz abrir os olhos para uma realidade que a maior parte dos brasileiros ignora; não somente pela exploração, mas o estupro, assassinatos e “trabalho” escravo.  Ele me tocou de tal maneira que até hoje, nove anos depois, eu lembro do filme. Para muitas pessoas pode ser considerado um tema forte, mas é na mesma proporção necessário se abrir os olhos para isso.
Trailer: AQUI

[2] e [3] A História de Ron Clark e O Primeiro Aluno da Classe
Eu tenho um amor incondicional por esses filmes <3 Os dois contam histórias de dois professores que acreditam acima de tudo no potencial de seus alunos, independente de onde eles venham. Eles mostram que com um pouco de determinação e incentivo uma única pessoa pode fazer a diferença na vida de muitas outras. É só vontade, esforço. O primeiro, A História de Ron Clark, me emocionou muito porque, em certo momento, eu me vi como um dos alunos do Ron. Aluna negra, de escola pública, filha de pessoas humildes e batalhadoras, mas que teve professores maravilhosos que, como minha família, fizeram toda diferença na minha vida, me ajudaram a moldar meu caráter. O filme O Primeiro Aluno da Classe tem uma pequena e crucial diferente, o Brad, personagem principal, tem uma síndrome chamada Tourette. Nele nós vemos também a determinação de um homem em vencer os preconceitos da sociedade. Ele recebe muitos “não” antes que uma escola permita que ele mostre seu trabalho antes de julgá-lo. Os dois são homens perseverantes e admiráveis.
 Esses filmes inspiradores, maravilhosos. Acredito que todos deveriam assisti-los ao menos uma vez na vida.
Trailer 2: AQUI
Trailer 3: AQUI


[4] CLUBE DA LUTA
É difícil falar desse filme. De verdade! Ele é uma lição muito grande e de conteúdo com uma grandeza que você passa dias pensando nele e encontrando novos aprendizados, vendo situações por ângulos semelhantes ao do personagem, mas sem querer parecer “louco” como ele.
Primeiro, ele é uma critica a sociedade consumista, a sociedade que julga necessário, às vezes até essencial, ter a vida aparentemente perfeita dos comerciais de televisão. A mesma sociedade que é refém de suas dívidas e sua futilidade.
Segundo, ele fala sobre o poder que um homem pode exercer sobre outros, por causa da influência, do respeito. Isso leva algumas pessoas a tomarem atitudes extremas.
E terceiro, eu também enxerguei o perigo e o poder de nossas mentes. De forma que se você não tiver o controle sobre sua própria mente, você se tornará refém dela.
 TrailerAQUI

[5] COMER REZAR AMAR

 Esse filme <3
Eu assisti ele há pouco tempo, mas continuo a nutrir um amor todo especial pelo que ele me proporcionou. Foi um filme que me fez descobrir e entender coisas sobre mim, minha vida, meus receios e minhas mágoas. É uma história de autoreconhecimento, de amor próprio. Não tem como colocar em palavras, só sei que passei a associar muitos trechos do filme a determinamos momentos da minha vida e aprendi muito com isso. Super recomendo <3
Trailer: AQUI

Espero que tenham gostado das dicas! Assistam todos e me contem suas opiniões <3
Beijos *-*

segunda-feira, 28 de março de 2016

Primeiras Impressões - Fora de Si

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Primeiras Impressões
Título: Fora de Si
Autora: Tatiana Pinheiro
Número de Páginas: xxx
Editora: Nix
Lançamento: Abril de 2016
Admito que iniciei a leitura de Fora de Si lembrando de Sem Regras (outro romance da autora Tatiana Pinheiro, do qual já li e fiz a resenha). Portanto, o que eu esperei? Uma enorme família, uma mocinha que apenas durante o decorrer do livro crescerá de verdade, um mocinho sexy, mas, por vezes, insuportavelmente infantil.
Não acho que eu poderia me surpreender mais com Fora de Si. Nem ter me apaixonado mais pela estória e pelos personagens! E só estou no capítulo 15!!!
Vamos lá.
A estória é exatamente o que é descrito na sinopse, por isso não vou me ater muito a ela, somente a detalhes importantes e os personagens.
Primeiro, há um fato nos livros da Tatiana que eu sempre gosto! Os personagens são sempre cuidadosos em relação a família, o amor entre eles é sempre perceptível! Não sei, eu gosto disso. Gosto de ver que a vida da mocinha não se limitará apenas ao mocinho quando o conhecer, gosto de ver que a autora se detém a partes mais importantes na vida de uma pessoa, do que conhecer e desejar um homem terrivelmente sexy.
SINOPSE:
Suzana Lancaster está diante de uma mudança em sua vida. Depois de cinco anos no exército americano, onde criou amigos e lembranças traumáticas, ela enfim consegue se tornar uma civil recém-formada em medicina veterinária. Ela recebe a proposta de trabalhar no rancho da família de um de seus colegas de batalhão. Suzana consegue ter seus dois irmãos ao seu lado, e a tranquilidade que tanto precisa. Um novo lar é o suficiente para esquecer velhas marcas. Mas não contava com seu mais novo chefe. Aaron Wilson veio como um trem desgovernado em sua direção. Ele não mede as forças para ter a menina da cidade em sua proteção. Mesmo que às vezes pareça frio e sem coração, ele mostra o quão amável pode ser. E o quão infernal pode deixar a vida de Suzana, fazendo-a perder a sanidade com seus olhos verdes luxuriosos. Fazendo o sofrimento ser bastante tentador. 
Suzana é uma mulher admirável. Cara, em todos os sentidos. Ela é forte, corajosa, determinada, passou por diversos perrengues na vida, deu a volta por cima por amar muito os irmãos – Sean e Sara. Mas, ainda assim, ela não deixou de ser uma mulher feminina que, embora há muito tempo não o faça, curte o sexo oposto e gosta de se divertir. Logo nos primeiros capítulos fica claro que ela tem algo no passado que a assombra, isso fez com que ela fizesse e depois tentasse fazer coisas das quais ela se culpa até hoje e somente o amor por seus irmãos a ajuda a superar isso.
Ela é uma ex tenente do exército americano. Sofreu anos em guerras para conseguir dar um futuro melhor aos irmãos e agora que conseguiu, ela quer apenas aproveitar a nova fase de sua vida – que não incluiu dormir e acordar todos os dias sem saber se ela, ou um de seus colegas de esquadrão, voltará vivo.
Aaron exala sexo e definitivamente chega na vida de Suzana como um trem desgovernado. Admito, gostei da segurança, prepotência e arrogância dele no início – não sei que tipo de inferno me faz gostar de caras que está na cara que foram feitos para fazer mulheres sofrerem. É um tipo louco de atração pelo que me faz mal, eu não sei. – Sim, eu torci muito por ele e, desde o primeiro encontro, fica claro que ele a quer, mas, por algum motivo desconhecido, ele a trata mal para se afastar. O que claramente não da certo depois alguns dias.
O poder. Sim, foi isso – na página 35 – me fez torcer para que Suzana (mesmo que tenha jurado à sua amiga Mary *meu nome*, irmã do Aaron, que não cederia a ele) se entregasse a ele. O poder que ele exala somado aquela maldita e excitante segurança fizeram com que ela, por alguns momentos, cedesse. Mas Aaron também parece ter seus próprios demônios. Ele precisa que uma mulher – no momento, Suzana – o obedeça, deixe que ele exerça o controle durante um sexo depravado.
Mas – graças a Deus – Suzana não se submete completamente a isso.
Admito, eu fiquei muito fula da vida com a Suzana, gente. Porque – com o passar das semanas – ela aceita o Aaron. Tem dois momentos no livro em que eu simplesmente o odeio. Odeio o maldito apelido que ele deu para ela, odeio o fato dele parecer ter duas personalidades completamente diferentes e odeio – deliberadamente – a segurança e arrogância dele.
Ele a humilha e isso, por maior que seja o amor que ela sente por ele, ela não deve aceitar. Nunca. Me irritei muito com isso, principalmente por depois de agir como um maldito filho da puta, ele aparecer e simplesmente dizer que ela é dele e que ele tem direito sobre ela e o corpo dela (mandei ele ir para o inferno umas 500 vezes nesse meio tempo). E o fato da Suzana – por já gostar muito dele – não conseguir dizer não a ele. Mas eu a entendi, de verdade, entendi os motivos dela para se sentir  como ele a descrevia e por esse motivo (até agora) eu não perdoo o Aaron. Por mais que ele esteja agindo como um cara apaixonado, por mais que agora ele seja apenas a parte apaixonante que a quer, não, não o perdoo. E simplesmente adorei o fato dela não perdoa-lo tão facilmente também! Amei o fato do irmão dela ter dito o que ela precisa, quando ela precisava e amei – muito mais – a forma que ela tratou o Aaron depois disso. Sim, ele precisa aprender que ela não é uma vadia que vai se submeter a ele quando e como ele quiser. Ele precisa aprender que, se a quer, não será nos critérios dele, precisa aprender a ser homem e a tratar uma mulher como ela merece. Principalmente se ele a quer de verdade.
Já estou completamente apaixonada pela estória. Preciso, necessito de mais. É uma estória aparentemente simples, mas que carrega uma enorme carga do passado de ambos os personagens. A escrita da autora te cativa imensamente a ler mais e querer mais e mais saber o desfecho da estória. Fiquei lendo até quatro da manhã e acho um absurdo ainda não ter o livro completo para concluir a leitura L

Só para constar, a fala final da Suzana foi um tiro que eu não esperava, mas que foi muito, mas muito bem aceito. Principalmente por atingir o Aaron em cheio. :3
Super recomendo o livro e assim que tiver lido-o todinho, eu faço a resenha <3
Beijos *-*

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

PRÉ VENDA - Um Toque Inesperado

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É isso mesmo, gente!
O livro Um Toque Inesperado, da autora Laizy Shayne, está em PRÉ VENDA na amazon, com o lançamento marcado para o dia 06 de Março! Aproveite o super preço de lançamento ;)

SINOPSE:
"Anelize Narciso é uma encantadora jovem de 22 anos. Recém formada em administração, ela sonha com fotografia. Forçada pela mãe a seguir uma carreira na empresa da família, Anelize conta com o apoio do seu pai, que deseja acima de tudo ver sua princesa feliz. Fugindo de sua pacata vida no Brasil, ela vai para Amsterdã em busca de sua felicidade e do seu sonho.
Bernardo Campbell é um modelo fotográfico e amante dos esportes. Sua vida é uma completa aventura. Relacionamento sério é algo que não passa jamais por sua cabeça.
Antipatia e uma paixão ardente são os sentimentos que unem esses dois.
Ela, uma patricinha mimada; ele, um playboy machista.
Será que um toque inesperado do destino pode ser capaz de acender o amor nesses corações?"



Resenha - O Pecado de Emerlly

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Resenha  – O Pecado de Emerlly
Título: O Pecado de Emerlly
Autora: Elissande Tenebrarh
Número de Páginas: 308
Editora: lançamento em breve pela editora Nix
SKOOB: AQUI
Avaliação: <3 <3 <3
Demorei, mas voltei! Resenha fresquinha de mais um nacional <3
Então, eu comprei esse livro na Black Friday do ano passado, diretamente com a autora, mas o recebi somente esse ano. Preciso admitir os três motivos primordiais que me fizeram adquirir o livro: primeiro, eu adorei a ideia inicial da autora, de um romance entre uma freira e um homem libertino; segundo ouvi diversos – diversos mesmo – comentários e elogios sobre o livro e terceiro, me apaixonei pela delicadeza e originalidade da capa. E sim, ela remete ao livro em toda a sua essência. 
SINOPSE:

Ela passou boa parte da vida no convento.
Ele leva uma vida de luxuria.
Ela não conhece os prazeres da carne.
Ele terá todo o prazer de ensiná-la...
Qual o preço do pecado?
Logo que saiu do convento Emerlly imaginava como viveria com o tutor que o falecido pai deixara para que cuidasse dela por um ano. No entanto ela nunca imaginou conhecer alguém como Lorenzo Ferrel, um homem forte, intenso e completamente apaixonado. Mas o pecado cobra seu preço e Emerlly se vê diante dos segredos mais obscuros do seu amado. Será ela capaz de resistir e perdoar?
A premissa, como eu ressaltei aí em cima, do livro é maravilhosa, me apaixonei pela ideia da autora de cara, mas tiveram muitas partes que, como em qualquer outro livro, não me agradaram. Vou colocá-las no final, ok?
Após Emerlly receber a notícia de que seu pai faleceu, ela também descobre que ele a deixou sob a responsabilidade de um amigo, que até então ela não desconhecia, Lorenzo Ferrel, por um ano inteiro. Ela tem que ficar sob os cuidados dele, caso contrário, ela não receberá a sua herança.
Lorenzo, ao saber sobre o pedido de seu velho amigo, aceita a responsabilidade de cuidar da menina por acreditar estar em dívida com o homem. Ele acha que ter uma adolescente, e ainda por cima freira, em sua fazenda pode atrapalhar o estilo de vida cheio de luxúria com o qual ele está acostumado, portanto, tem uma surpresa e tanto quando vai ao convento buscar Emerlly e se depara com uma linda jovem de vinte anos. A admiração dele pela beleza da jovem não foi menor por vê-la ainda vestida com o habito, seu martírio foi perceber que se sentira atraído por uma freira. Aquele era um pecado grande demais, até mesmo para Lorenzo Ferrel.
Depois de alguns dias na fazenda, Emerlly continua a não entender o motivo de Lorenzo tratá-la com tanta indiferença, não entende o motivo que ele tem para aparentemente não suportar sua presença nem mesmo durante as refeições. Mesmo não sabendo como denominar, há nele algo que lhe instiga a querer conhecê-lo mais... Mas a forma com a qual ele a trata a enfurece na mesma medida do que o que a instiga.
O livro mostra o dia-a-dia deles na fazenda, o desejo que Lorenzo sente por Emerlly e a forma que ela se culpa por sentir algo por ele, mesmo ainda não sabendo do que se trata, como freira, ela condena aquilo como pecado. Após eles esclarecerem seus motivos para ter atitudes – por vezes – infantis, ela percebe que é hora de tomar uma decisão: Emerlly abdicaria daquela vida – que ela nunca escolheu e na verdade nunca desejou seguir, mas que achava ser sua missão – para ficar ao lado de um homem que provocou nela sentimentos que até então eram desconhecidos?
Como eu disse, a ideia da estória é maravilhosa, sem precedentes! Só que houveram alguns detalhes que não me agradaram. Vou citar alguns deles: primeiro eu achei que, no início, tudo acontece rápido demais, quer dizer, o amor entre eles. Antes da página cem eles já estão completamente apaixonados e essa rapidez me fez ver um amor surgir do nada: ele está fortemente atraído por ela e, páginas depois, ele está claramente apaixonado por ela, porque ela é ingênua, doce e virou a luz na vida dele. Então eles ficam juntos e a estória estaca, tudo fica bem e ótimo – até o Lorenzo consegue se livrar de uma mulher que estava no pé dele – e você fica com aquela sensação de: mas ainda tem mais de duzentas páginas, o que ainda vai acontecer? – Aí acontece um baile e você percebe que um “vilão” vai surgir e fica subentendido que é esse cara o responsável pelo que acontece nas páginas seguintes, mas os personagens sequer pensam nele, o que faz todos parecerem muito ingênuos.
Há umas poucas revelações também no decorrer das páginas seguintes e depois uma explicação, através de uma carta, do porquê o pai dela decidiu deixá-la aos cuidados de Lorenzo, mas não havia nada que causasse reviravolta e, por vezes, um capítulo terminava como se a revelação a seguir fosse mudar toda a estória, mas quando lemos, não há nada de muito “bombástico”.
Em determinadas partes há uma mudança abrupta e não justificada nos personagens – como quando o Lorenzo vê Emerlly no estábulo e a tira de lá. Ele está visivelmente alterado pelo fato de ela estar ali, tão perto dele, e provocando-o com sua beleza sem nem mesmo perceber o que faz com ele; ele é grosso com ela, um verdadeiro idiota – e ela não entende nada – horas depois ela vai ao quarto dele e pede desculpas – mesmo sem saber o porquê de estar fazendo isso – e ele decide simplesmente provocá-la, decide jogar com ela. Quando eu li essa parte, eu precisei parar e voltar nas páginas para reler e tentar entender o que eu tinha deixado passar, porque tinha que haver uma explicação para aquela mudança naquele homem. Mas não havia.
 ***
A capa – como eu mencionei acima – achei linda, maravilhosa, encantadora!!! E é muito a cara do livro mesmo. <3 A Diagramação estava superfofa também. A revisão deixou passar alguns erros, mas nada muito perceptível – é que eu costumo prestar muita atenção nessa parte, por isso devo ter notado.
Enfim, para quem gosta de um romance leve, regado a uma paixão e desejo desenfreados, eu recomendo <3
Até a próxima!!
Deixe seu comentário ;)
Beijos da Mary *-*

sábado, 30 de janeiro de 2016

Resenha - Volúpia

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Título: Volúpia
Autora: Jill Shalvis
Editora: Harlequin Books
Número de Páginas: 158
Avaliação: CINCO ESTRELAS <3 (favorito) 
Sabe aquele livro que você lê mil vezes e sente o mesmo que sentiu na primeira vez que o leu? Esse é o livro!

Eu li Volúpia pela primeira vez há mais de três anos. De lá para cá já reli umas cinco ou seis vezes – ou mais, realmente não faço ideia. Esse livro é uma mistura sem excesso nem reserva de tudo o que mais gosto em um livro, em outras palavras, há a quantidade certa de humor, ação, romance e sensualidade para fazer deste romance apaixonante e inesquecível! Pelo menos para mim! *risos*
Sinopse: 
"A combinação mais fatal é um corpo maravilhoso e um toque de amante...
E se a única maneira de manter essa arredia especialista em comunicações em segurança é algemá-la e levá-la com ele, é o que ele fará. Com prazer, até. Mas, com esse contato íntimo, não vai demorar muito tempo até Hawk pensar em outro tipo de prazer...

Quando sua mais recente missão se transforma num banho de sangue, JT Hawk, agente federal, percebe que caiu numa armadilha de um agente duplo. Ferido e em fuga, ele não tem outra escolha a não ser fazer de refém a bela Abby Wells. Afinal de contas, ela também está em perigo."
Hawk e Abby são agentes da ATF – agência americana de aplicação de leis. – Ele agente de campo e ela, ex agente desta função, hoje trabalha no que eu poderia chamar de “bastidores”. – Abby monitora a “ação” sem realmente fazer parte dela.
Os dois sentem uma forte atração um pelo outro, mas Hawk acredita que o tratamento indiferente de Abby para com ele quer dizer apenas que ela não o suporta. Já Abby o trata de forma indiferente porque não acha que conseguirá lidar com uma proximidade maior do que a que o trabalho já a obrigada a ter com Hawk. Digamos que o passado dela tenha algo a ver com o fato dela deseja-lo insanamente e guardar isso para si como se fosse um desejo sujo, do qual ela nunca se permitiria saciar. – Não, não pense que ele foi uma paixonite do passado, porque não foi.
O livro começa com Hawk e seu melhor amigo, Logan (amo o Logan, só pra deixar claro) em campo para apreender armas de fogo roubadas da polícia e os integrantes chefes da quadrilha/gangue que as roubou. Contudo, algo dá errado. Os dois perdem contato após se separarem para avaliar o local – vou ressaltar que era noite, eles não tinham lanternas e estavam sobre o telhado de um galpão aparentemente abandonado – Quando Abby e seu parceiro percebem isso, ela chega à conclusão de que aquela é uma armadilha cujo “gran finale” será uma bela tragédia, então, decide entrar em cena.
Enquanto ela procura por seus parceiros, agentes da ATF, colegas de trabalho – dentre eles Hawk e Logan – Coisas extraordinárias acontecem com eles, os dois são atingidos e quase mortos. Contudo, algo ainda mais curioso acontece com Hawk. Durante uma briga corpo a corpo com um dos possíveis integrantes da gangue, ele percebe que aquele homem é um chefes dele na ATF. Tarde demais, ele também percebe que toda aquela noite não passara de uma farsa criada por este homem para culpa-lo por ajudar àquela gangue a roubar as armas. Agora ele está em xeque, e após uma explosão, percebe que Logan e Abby também. Os três têm algo em comum: suspeitas assertivas sobre quem lidera a gangue e quem trai a ATF. Em meio a fumaça, o fogo e seus incontáveis ferimentos, ele encontra Abby, mas precisa tomar uma difícil decisão: deixará seu melhor amigo ali? À mercê da possível morte?
Abby não acredita quando encontra Hawk, ela ouvira um tiro antes disso, temeu por todos os parceiros, mas em meio ao fogo, e desaparecimento de todos, Hawk continuava ali. Preso a ela. Literalmente, pois ele havia a algemado com a desculpa de que precisava salvá-la. Entretanto, outra pessoa, há pouco, a informara de que o perigo estava no homem que a mantinha presa agora, que retrucava sobre seus argumentos, que mandava que ela andasse cada vez mais rápido, que pedia que ela acreditasse nele. Ela estava dividida. Mas claro, não deixaria que o charme dele a convencesse de que não era o real bandido ali.
Juntos – mesmo que ela estivesse ali porque fora forçada – eles precisam encontrar um lugar seguro para passar a noite, uma forma de conseguir as informações necessárias para provar a inocência de Hawk e, claro, uma maneira de prender o chefe da gangue.
Mas...
As coisas não seriam nada fáceis se Abby continuasse a duvidar de Hawk, se ela continuasse a ser um perigo para a liberdade e integridade dele, e, com toda a certeza, se ela continuasse a negar o desejo que sente por ele.
Então há ação, romance, comédia – sim, porque você não tem ideia do quão engraçados são alguns pensamentos de alguns destes personagens. – e muita, muita emoção.
A autora também dá certa atenção ao Logan – melhor amigo do Hawk – e isso te faz gostar dele! (no meu caso, amar ele :v).

Sério, o livro é curtinho. É um romance de banca da Harlequin com menos de 200 páginas, mas, se você gostar de romances regados a humor e ação, certamente se apaixonará por este <3
Obrigada por lerem ;)
Beijos. *-*

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Lançamento Amores de Cetim - Laizy Shayne

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Aquele lançamento aguardado por dezenas de leitores! O dia da espera acabou!!! <3 Amores de Cetim já está disponível para venda na amazon! CORRE!!

Sinopse:
"Gabryela Reys é estudante de Direito, uma mulher estudiosa e trabalhadora, que apesar de sempre ter tido tudo, não é uma patricinha mimada. Divide um apartamento em Nova Iorque com sua amiga de infância Anne, e juntas ajudam uma a outra em todas as situações. 
Robert é seu namorado e, para ela, ele sempre foi um cara perfeito. Descobrir que esse homem "perfeito e apaixonado" não é um príncipe encantado não vai ser fácil.
Perder a mãe, o namorado e o emprego tudo ao mesmo tempo não é algo que ela espera. Mas assim como coisas ruins acontecem, coisas boas também sucedem.
David é um médico muito conceituado e jovem, é vizinho de Gabryela e a conhece desde que se mudou para Nova Iorque. Ele é lindo, atencioso, amigo e apaixonado por ela, mas a respeita acima de tudo.
Brian é um advogado famoso, sócio majoritário do Grupo Schmidt. Um homem rico, bonito, arrogante ao extremo e capaz de enlouquecer qualquer mulher.
Três homens loucamente apaixonados por uma mulher.
O que fazer quando você está se sentindo perdida e não sabe para onde correr? Entre o amor, a paixão e um ex na sua cola, o que será melhor?
Gabryela vai ouvir o corpo, a razão ou o coração? "

Confira alguns quotes do livro <3



Compre o livro através do link: AMAZON
Você pode ler de graça através do Kindle Unlimited ou comprar por apenas 9,99 <3
Delicie-se com a estória de Gabryela <3

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Parceria - Autora Laizy Shayne

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Olá amoras!
Tudo bem? (eu espero que sim! Hahahaha)
Hoje vim apresentar as parcerias renovadas para 2016 e algumas novas também (vou dividir os detalhes sobre cada autor em três posts e depois juntar todos em um só, para que saibam apenas quem foram, ok?)!! ^_^
Espero que gostem <3

A primeira é a autora Laizy Shayne <3
Laizy Shayne, 24 anos, virginiana e pernambucana de nascimento. Nascida na cidade de Floresta, interior de Pernambuco, ela reside desde os anos 2000 na capital Alagoana, Maceió.
Desde criança sempre foi apaixonada por leitura e sempre amou escrever poemas e citações em agendas e caderninhos. Romance é sua leitura favorita, e isso se estendeu para a escrita. Solteira, ela divide sua vida entre o trabalho, escrita, leitura, música e amigos. Amores de Cetim é seu primeiro livro escrito e publicado seguido de Um Toque Inesperado.
FACEBOOK  | INSTAGRAM | WATTPAD | Snapchat: laizy_shayne

Vamos conhecer um pouco dos livros dela? Apenas para ressaltar que o primeiro volume da série Amores estará disponível para venda na amazon no fim deste mês <3
 Sinopse:
Gabryela Reys é estudante de Direito, uma mulher estudiosa e trabalhadora, que apesar de sempre ter tido tudo, não é uma patricinha mimada. Divide um apartamento em Nova Iorque com sua amiga de infância Anne, e juntas ajudam uma a outra em todas as situações.Robert é seu namorado e, para ela, ele sempre foi um cara perfeito. Descobrir que esse homem "perfeito e apaixonado" não é um príncipe encantado não vai ser fácil.Perder a mãe, o namorado e o emprego tudo ao mesmo tempo não é algo que ela espera. Mas assim como coisas ruins acontecem, coisas boas também sucedem.David é um médico muito conceituado e jovem, é vizinho de Gabryela e a conhece desde que se mudou para Nova Iorque. Ele é lindo, atencioso, amigo e apaixonado por ela, mas a respeita acima de tudo.Brian é um advogado famoso, sócio majoritário do Grupo Schmidt. Um homem rico, bonito, arrogante ao extremo e capaz de enlouquecer qualquer mulher.Três homens loucamente apaixonados por uma mulher.O que fazer quando você está se sentindo perdida e não sabe para onde correr? Entre o amor, a paixão e um ex na sua cola, o que será melhor?Gabryela vai ouvir o corpo, a razão ou o coração?"
Em breve mais informações sobre os livros da autora, inclusive, em breve mostraremos a capa oficial de outro romance da Laizy, Um Toque Inesperado <3 
Beijos! *-*