domingo, 15 de junho de 2014

Resultado do Concurso de Oneshorts - Essa Fanfic é Minha

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Nervosa!
Então meninas e meninos, está decisão foi realmente difícil. Éramos apenas três "avaliadoras" então as críticas ficaram ao modo especial de cada uma de nós. As histórias foram lindas, incríveis e com toda a certeza nos deixaram com gostinho de quero mais! - E aquela coisa de "ah meu Deus, o que acontece depois daqui?". Admito que eu, Louise, chorei em algumas e ri muito em outras. - Realmente me apaixonei por alguns personagens e pela escrita de algumas autoras!
Gostaria de dizer antes de tudo, que o que importa aqui é o reconhecimento de uma de vocês, por merecer estar aqui. Todas são
escritoras/ficwritters, e tudo o que precisam para publicar um livro de verdade, é; a determinação, perseverança, talento, criatividade e coragem. Pois a determinação te ajuda a prosseguir, a perseverança te impede de desistir, o talento é o que você já têm em si, a criatividade para histórias maravilhosas como as que vocês escreveram e coragem, porque  a vida exige que você tenha.
 Não há perdedores ou ganhadores. Esse não foi um concurso para mostrar quem é o melhor autor de todos os tempos, fizemos isso porque queríamos ler algo escrito por uma de vocês e ajudar no que pudéssemos. - Claro não somos experts no que se refere a escrita, e não queremos dizer que somos melhores que vocês, foi apenas curiosidade e vontade de ajudar em coisas que já aprendemos antes.
Algo importante a ser divulgado aqui, é que tivemos três colocações. Embora todos saibam que

Resultado - Terceiro Lugar

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Número exato de palavras: 6.431
Pseudônimo da autora: Katharynny Gabriella
Nome da História: A Escolhida
A Escolhida:

O vento ecoava pelo vale, soprando o cabelo ruivo de Teri sobre o rosto, de olhos
fechados, deitada sobre a grama macia, ela podia sentir a luz forte do sol sobre os seus
olhos e sua pele, de tão imersa em seu momento sonhador nada mais no mundo parecia
importar-lhe além da calma que aquele instante lhe proporcionava, e não era de se
espantar uma vez que seus momentos de paz se tornaram raros desde que ela foi vendida
para a senhora Belthernan. Não era culpa dos seus pais, ela sabia e não sentia por eles
nenhum tipo de rancor, quem imaginava que a mãe engravidaria de novo em uma casa
de seis filhos quando o permitido era seis, pessoas de castas como a dela não tinham
muita escolha e sacrifícios eram preciso quando a vida de um colocava em risco a vida de
todos. A senhora Belthernan não era de um todo ruim, afinal mesmo lembrando a Teri
todos os dias que ela era feia, inútil e que devia a ela sua vida, pelo menos ela não batia
na garota, como acontecia com a sua única amiga Vivian, que fora vendida para a
senhora Galahan.
Abrindo os olhos, Teri sentou na grama e olhou em volta. As flores que cresciam
como um tapete branco ao longe onde seus olhos enxergavam, o verde vibrante das
árvores que se amontoavam na floresta, bem além do tapete de flores brancas, dali, do
topo da colina do vale verde, a garota imaginava uma vida melhor, um bravo e lindo
príncipe que a salvaria de seu destino vazio e solitário, mas a verdade que doía em seu
peito era que provavelmente o príncipe Krishnan já estava noivo antes mesmo de deixar
o berço, e além do mais, como um príncipe olharia para ela? Uma plebeia e pior: uma
plebeia vendida pelos pais. Nos contos de fada soavam bonitinho, mas na vida real os
príncipes não se casavam com plebeias, se ela tivesse sorte a senhora Belthernan a casaria
com um bom homem, talvez um lenhador ou o filho do padeiro, afinal, não seria assim
tão ruim, não é? Com um suspiro desanimado, Teri levantou e deu uma última olhada
para o vale, a folga havia acabado e sua mãe adotiva ficaria furiosa se ela não aparecesse a
tempo de fazer o jantar, por dentro, Teri implorou para que ela ainda estivesse na
tecelaria ou a garota já podia visualizar sua expressão carrancuda e os gritos ribombando
as paredes de sua cabeça.
Ela caminhava lentamente pela trilha de volta para a estrada que levaria ao
vilarejo onde morava agora. Os pais viviam no campo com os outros irmãos dela e no
fundo de sua mente ela se perguntava se eles haviam vendido mais algum deles. Em
parte ela se sentia feliz, além de ajudar a família, pois o dinheiro alimentaria seus irmãos
por um tempo, ela os poupara de quebrar a lei. As famílias não podiam ter mais que seis
filhos, pois, com as dificuldades em pagar os impostos, grande parte da população de
Rivervaile estava em estado de miséria. Para evitar isso, o rei Edward decretara a ordem
de controle da natalidade ordenando que, no caso de uma nova gravidez, um dos filhos
deveria ser vendido para um comerciante viúvo, solteiro ou com a família controlada,
para cuidar da nova criança que viria a ser um peso menor na responsabilidade dos pais.
Do contrário, ou um dos filhos “sobrando” seria morto ou a família inteira seria presa e
usada como escrava nas lavouras do oeste e esse era um destino que ninguém almejava.
Enquanto caminhava absorta em seus pensamentos, alheia inclusive à beleza que a
rodeava, Teri imaginava seu futuro incerto a partir daquele momento, fazia dez que ela
morava com a senhora Belthernan, tinha sido levada aos sete anos, não estava
reclamando nem nada, tivera sorte, mas sentia saudade da família e odiava não poder ter
controle sobre sua vida. Reprimiu uma lágrima e ignorou o nó que se formava em sua
cabeça quando sentiu o corpo colidir com algo forte, tudo aconteceu tão depressa que,
quando ela percebeu, estava caída no chão com as costas doendo e suja de lama
enquanto um homem alto a observava, curioso.
“Maldição! – Ela exclamou irritada olhando o vestido sujo de lama. – Porque não olha
aonde anda?”
“Peço que me perdoe, senhorita. – Ele estendeu a mão para ajuda-la a se por de pé. – Eu
vinha de tal modo absorto em pensamentos que não a vi.”
“Ser invisível não é nenhuma novidade pra mim. – Ela sussurrou mais para si mesma
que para o estranho. Ouviu o som de uma risada e ergueu o olhar para ele, furiosa. –
Qual a graça?”

Resultado - Segundo Lugar

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Antes de dizer qualquer coisa sobre a história, quero que a leiam primeiro.
Número exato de palavras: 6.121
Pseudônimo da autora: Mione Malfoy. 
Nome da História: O Início
  
O Início


Há quem diga que eu tive uma infância bem normal. A verdade é que ela foi tudo, menos normal. Ou pelo menos não foi igual a das outras garotas.
Não sei se sempre foi parte da minha personalidade, se foi porque 100% dos meus amigos são garotos ou se ambas as coisas, mas eu sempre agi muito mais como um menino. Eu não gostava de bonecas; preferia carrinhos. Amava correr com os pés descalços, brincava com pipas, jogava futebol, subia em árvores e em muros, fazia corridas com bicicletas, gostava de lutas com espadas de madeira improvisadas e amava vídeo games, principalmente os de tiros. Desde pequena sempre odiei vestidos e saias e minhas unhas das mãos sempre estiveram curtas pois tinha o mal hábito de roê-las. Tenho algumas cicatrizes que ganhei por minhas peripécias com o futebol, a bicicleta e minhas aventuras nas alturas, mas nunca foi nada sério e nem algo que ficasse muito visível.
Quando conto isso, as pessoas geralmente me perguntam porque eu preferia andar com os garotos e não fazer coisas normais de menina e minha resposta sempre foi a mesma: Qual a graça de ser igual a elas?
Não é que eu nunca tivesse tentado fazer as coisas ditas normais para o meu gênero, eu tentei bastante até, mas nunca consegui me encaixar. Eu não gostava delas, as garotas eram más. Eu sempre era a última a ser escolhida para qualquer brincadeira, sempre ficava com a pior boneca, e quando íamos brincar de princesas eu era a empregada. Odiava aquilo.
Com os meninos era diferente, eles nunca me trataram diferente, eu era um deles. Eu corria tão rápido quanto qualquer um, era tão forte quanto qualquer um, jogava tão bem quanto qualquer um e às vezes até melhor que alguns deles. Eles não me viam como uma garota, eu era só mais alguém para brincar.
Quando fiz doze anos as coisas começaram a mudar. Tive minha menarca e minha mãe pareceu estar nas nuvens pois eu havia virado uma mocinha. A partir daquele dia eu tinha que me cuidar mais, prezar pela aparência, aprender a usar maquiagem, cuidar as unhas e mantê-las sempre grandes e pintadas, cuidar mais do meu cabelo, da minha pele e começar a usar roupas mais adequadas a uma garota. Em resumo: ser mais feminina. Pobre mamãe.
Naquela época, para mim, a única coisa que tinha mudado era que uma vez por mês eu ia me trancar em casa até que aquele período extremamente chato passasse. Pobre eu.
Com a chegada da minha adolescência vieram as mudanças em meu corpo. Meus seios começaram a se desenvolver, ganhei curvas e alguns centímetros também. Comecei a me interessar pelos garotos de uma maneira diferente mas não queria demonstrar isso com medo que meus amigos me achassem estranha. Foram os quatro anos mais difíceis da minha vida: Eu era uma garota que não se vestia como garota, não falava como garota e não agia como garota. Na escola os outros rapazes viviam correndo atrás das meninas normais enquanto eu era cercada por meus quatro amigos idiotas, Josh, Ian, Tom F. e Tom H. - os dois últimos os quais eu costumo chamar de gêmeos apenas por terem o mesmo nome - que insistiam em me tratar como um ser assexuado.
Aos dezesseis anos eu nunca nem tinha beijado ninguém enquanto mais da metade das garotas da minha idade já namorava e muitas até já haviam tido sua primeira relação.

Resultado - Primeiro Lugar

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E finalmente, o primeiro lugar.
Apenas como comentário, está foi a história que nos cativou! - A todas nós. - por ser diferente e completamente viciante!
Número exato de palavras: 4.089
Pseudônimo da autora: Toph Bei Fong
Nome da História: Os Olhos de Amber

Os Olhos de Amber
Quando a conheci você não passava de uma criança. Tinha cabelos claros em tons de loiro e castanho, era pequena e de braços finos. Sempre parecera muito frágil e suas madeixas claras e seus olhos caramelos apenas aprimoravam a ideia de boneca. Você era uma boneca, de porcelana ou de vidro, não sei ao certo a diferença pois era você quem gostava delas. Apenas lembro que sua pele estava corada e seus cachos se presos com uma tiara azul. Naquele dia de final de maio, você sorriu e andou na minha direção.
Nunca entendi bem o porquê.
Havia tanta gente em volta, apressadas, passeando. Havia livros aos monte e estantes e estantes, mas de alguma forma você me enxergou atrás do balcão e veio em minha direção, perguntando as horas e onde poderia encontrar um segurança. Havia se perdido dos seus pais, me lembro bem, lembro também que estava nervosa e que o segurança não notou o medo em seus olhos, mas eu notei, e agora me pergunto como pude. Sempre fui desligado, lembra-se? Mas de alguma forma você surgiu lá e me atraiu atenção, e creio que o motivo sempre seja uma incógnita em minha existência.
O segurança a deixou no lado do balcão e foi até o auto falante do lugar, informando a garota perdida, chamando o nome de seus pais e esclarecendo sua localização. Isso pareceu ter acalmado você, e me acalmou também, porque havia finalmente descoberto seu nome, que foi repetido três vezes no auto falante da feira.
Uma feira de livros. Um dia de Maio. Uma garota chamada Amber perdida.
E Amber era um nome que lhe cabia bem, pois sempre fostes como uma pedra preciosa, e seus cabelos claros sempre combinaram com teus olhos cor de âmbar, logo, não conseguia imaginar nome mais belo para você. Amber era perfeito, você era também.
Suas unhas já estavam todas ruídas por causa do sentimento nervoso que aos poucos lhe consumia, então eu, tentando acalmá-la, puxei conversa, e, graças à Deus — ou não — você curvou os lábios e me respondeu.
Acho que tinhas 12 naquela época. Sim, sim, definitivamente tinha 12, então acho que eu tinha 16, perto aos 17. No entanto, ali ao seu lado buscando distraí-la, senti-me bem mais velho do que realmente era, como um adulto consolando uma irmã mais nova após sua boneca se quebrar — ou talvez eu fosse a criança e tu fosses minha boneca, a diferença é que eu jamais permitiria que se quebrasse.

sábado, 14 de junho de 2014

Resenha - Estranho Irresistível

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Resenha:
Livro: Estranho Irresistível
Autora: Christina Lauren
Número de Paginas: 288 
Pois é, como eu já escrevi a do primeiro livro, agora vamos para o segundo.
Este conta a história de Max e Sarah. Também é narrad
o pelos dois e admito que quando li esse eu o coloquei como meu preferido.
Sarah acabou de voltar para Nova Iorque, após aceitar uma oferta de emprego feita por Bennett, namorado de sua melhor amiga. Os motivos que a fizeram aceitar a proposta não foram realmente bons. Ela viu sua ida a Nova Iorque apenas como uma forma de fugir do que estava vivendo em sua cidade.
Ela está decidida a pelo menos tentar fazer as coisas diferentes desta vez. A ser uma mulher diferente do que era. E durante uma noite entre mulheres, em uma festa super badalada ela conhece um lindo,  estranho e completamente irresistível homem. Ela estava no bar, fazendo seu pedido para bebidas quando ele se aproximou.
Não foi exatamente difícil resistir ao que ele lhe propôs aquela noite. Era o tipo de coisa que ela nunca faria e por este motivo pareceu certo naquela hora. A ideia de manter a noite as escuras para os dois, foi o que prevaleceu, quando ficaram juntos eles sequer sabiam os nomes um do outro. - O que não foi algo que deixou o estranho muito feliz. Embora ele tenha concordado.
Por ter sido daquele jeito, naquele lugar e com aquele estranho foi difícil não colocar as lembranças da festa em foco sempre que tirava um minuto no trabalho para respirar.
E assim, no trabalho, em um dia qualquer. Seu estranho reaparece. E por mais que tente afasta-lo, Sarah não consegue.
O que ela concorda, depois de uma recaída, é ter encontros que apenas os levarão ao sexo e que jamais trarão sentimentos ou ligações com o passado.
Max percebe que Sarah não é exatamente uma mulher tímida, mas que também não consegue lidar com o que deseja. Ele rapidamente se encanta com o jeito dela e com toda a certeza ama o fato dela ter fetiches, ama mais ainda poder realiza-los. - O que com toda a certeza ele faz muito bem e com muita criatividade. - As coisas só começam a dar errado com o passado dela insiste em voltar.
Sinopse:
Um charmoso playboy britânico. Uma garota determinada a finalmente viver. E uma ligação secreta revelada em cores quentes...
Após ser traída, Sara Dillon se muda para Nova York em busca de agitação e paixão sem compromisso. É assim que ela encontra um sexy e irresistível dançarino britânico de uma boate que não deveria significar nada além de uma noite de diversão. Mas a maneira – e a velocidade – com a qual ele acaba com suas inibições está prestes a transformar essa relação em algo arrebatador.
A cidade inteira sabe que Max Stella ama as mulheres. Isso não significa que ele tenha encontrado uma que realmente desejasse manter por perto. Apesar de atrair muito com seu charme de bad boy da Wall Street, é só quando Sara aparece em sua vida que ele começa a se perguntar se existe alguém para estabelecer uma relação fora do quarto.
Encontrando-se em lugares onde qualquer um pode vê-los, o que assusta Sara mais do que ser pega em público é ter Max muito próximo...

A história é maravilhosamente irresistível, incrivelmente excitante e muito bem escrita.
As autoras Christina e Lauren mais uma vez se superaram e nos presentearam com um casal divertido e sem sombra de dúvidas quente. - Um personagem masculino lindo, que me deixou com vontade de entrar no livro e pegar para mim!
Ao meu segundo irresistível insisto nas cinco estrelas!
Recomendadíssimo!
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Resenha - Cretino Irresistível

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Resenha:
Livro: Cretino Irresistível
Autora: Christina Lauren 
Número de Paginas: 272
Olá, voltei!
Então, eu sei que estou sem postar nenhuma resenha há algum tempo. - Não tenho desculpas, claro que andei um pouco ocupada, mas não parei de ler..>< - e decidi fazê-lo agora.
Vou falar sobre uma das séries de romance erótico que eu mais gosto.
A série dos irresistíveis, que conta a história dos amigos Bennett, Max e Willian. São três livros, cada livro contando a história de um deles e narrado pelo respectivo casal.
O primeiro, Cretino Irresistível, conta a história de Bennett e Chloe. Os dois são chefe e estagiária. Chloe é uma mulher forte e determinada a alcançar seus objetivos. Bennett é um cretino gostosão que sente uma forte atração por ela, mesmo que no começo ela não saiba.
Ela está prestes a fazer seu MBA e precisa concluir um trabalho que fará com base no que Ben a ensina na empresa. - Quer dizer, com o que ele diz que ensina.
Ele é um incorrigível cretino, - há partes no livro em que eu quis realmente matá-lo. Porque ele não se acha, Bennett Ryan se tem certeza e faz questão de provar a qualquer um que seja, que é capaz de fazer tudo o desafiam, ou o que ele sabe que é capaz. - Um chefe insuportável e tremendamente atraente. Seu jeito mandão é o que faz Chloe se deixar levar pelo desejo que nem mesmo ela sabia que existia por ele.
Depois da primeira vez que os dois ficam, e de uma série de "preliminares" e "finalmentes" os dois começam algo como um caso. Mas ela é independente demais para aceitar algo que venha dele e tenta ser controlada demais para não ceder aos caprichos de Ben. - Embora isso pareça ser impossível ela é forte o suficiente para fazê-lo. - Chloe sempre colocou acima de tudo os seus objetivos e sua carreira. Ter um relacionamento com Bennett não estava em seus planos, então com toda a certeza não viria a ser uma prioridade.
Os dois convivem bem com o que têm e se permitiram compartilhar um com o outro. Mas quando a eficiência e esforço de Chloe são colocados a prova e certamente de forma errada por Ben, há uma reviravolta dentro dela.
Bennett perceberá que terá de deixar seu orgulho de lado se não quiser perdê-la, antes de tentar pedir desculpas.
O problema é que desculpas não são suficientes para ela. Bennett feriu seu orgulho e ela agora precisa provar para si mesma que é capaz. Independente do que qualquer pessoa ache ou tenha dito.
Sinopse:
Uma estagiária ambiciosa. Um executivo perfeccionista. E um relacionamento ardente e totalmente perigoso! Esperta, dedicada, prestes a cursar um MBA, Chloe Mills tem apenas um único problema: seu chefe, Bennet Ryan. Ele é exigente, insensível, sem consideração – e completamente irresistível. Um belo cretino. Bennet acaba de retornar da França para assumir um cargo importante na empresa de comunicações de sua família. Mas o que ele não poderia imaginar era que a pessoa que o ajudava enquanto ele estava no exterior era essa criatura linda, sensual e totalmente irritante que agora ele tem de ver todos os dias. Ele nunca foi do tipo que se envolve em relacionamentos no ambiente de trabalho, mas Chloe é tão tentadora que ele está disposto a flexibilizar essa regra – ou quebrá-la de uma vez – para tê-la. Por todo o escritório! Mas o desejo que um sente pelo outro cresce tanto que Bennet e Chloe terão de decidir o que estão dispostos a perder para ganhar um ao outro.
***
O que me encantou foi a escrita e o fato da história ter um capítulo narrado pelo homem e o outro narrado pela mulher. - Acho isso ótimo porque é muito bom saber os dois lados de uma mesma história.
Outra coisa que me cativou, foi a personagem principal; Chloe é uma mulher forte, decidida e sabe que não precisa de ninguém para dizer a ela o que fazer. Ela é dona de si e sabe se impor.
Bennett é o cretino safado que encanta a parte mais obscura e "safadenha" de uma mulher.
Você vai odiá-lo, querer matá-lo, mas pode ter certeza que vai terminar o livro querendo mais dele e mais da história.
Livro nota dez!!
Dou cinco estrelinhas, mas se pudesse dar cem, eu daria!
Super recomendo!
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sábado, 7 de junho de 2014

Associações Entre Leituras

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Hoje vou começar com uma pergunta; Vocês costumam associar personagens ou livros a algo aleatório? Sim? Não?
Bom, eu sim. Digamos que eu associo livros à perfumes.
Há pelo menos dois anos, eu acho, eu comecei a ler romances. Antes eu escrevia o nome de todos os personagens masculinos (Que eu chamo de maridos) em um caderno, para nunca esquecer de nenhum deles. No entanto, com o passar do tempo eu desisti de fazê-lo, porque cresci mentalmente.  - Pelo menos um pouco.
Sou do tipo de leitora que sai com livros na bolsa porque tem esperanças de ter um tempinho para ler "só mais um capítulo". Às vezes, eu tinha alguns minutos enquanto estava no ônibus, ou no intervalo do trabalho... Ou em uma aula vaga no curso ou na escola. E nesses lugares aleatórios sempre há um perfume que chama atenção e me faz levantar o olhar do livro para saber de quem ou o quê se trata. - Dá vontade de dizer: oh, volte, por favor... Mas a pessoa não volta... - E aquele cheiro ou perfume fica gravado em minha mente.
Todas às vezes que eu o sinto novamente, o que me vem à mente é o livro, mais precisamente o personagem principal dele.
Mas também há pequenos detalhes em livros que me fazem lembrar de personagens em um determinado momento. Tipo:
Christian Grey eu associo à baunilha.
Patch Cipriano eu associo a olhos perigosamente negros.
Italianos trazem à minha mente a possessividade, ciúme e paixão de Enrico (os dois que eu já tive a oportunidade de conhecer em um livro) e Guilhermo.
Celulares e números de telefone me lembram do Sam.
Árabes e sheiks só me lembram de Rafik e Ali. 
E assim por diante.
É bobo? Sim. É estranho? Muito. Mas é assim que acontece comigo.
Desde de que percebi isso, nunca mais esqueci de um personagem. Fica muito mais fácil se eu associa-los a algo, mesmo que seja involuntário.

Originais da Autora

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Olá cerejas!
Depois de MUITO tempo, voltei.
Então, tenho uma página no blog destinada apenas as minhas histórias. No entanto, não quero ter o trabalho de posta-las aqui e no site que costumo fazer isso. Portanto, decidi apenas deixar disponível aqui; capa e sinopse. SE alguém se interessar, vou deixar o link da história no final.
Não sou boa em falar de coisas que eu faço, até porque, como dizem, me tornei uma vaca perfeccionista demais com as coisas que escrevo. Entretanto, posso adiantar que são romances, não bobos e ridículos com eu te amos à todos os lados.
São histórias com personagens complicados, mulheres fortes e determinadas. Aviso também de antemão que há cenas picantes em algumas delas. - Ou todas. ><
E eu, como uma leitora apaixonada por romances, me recuso a abrir mão do pouco de clichê que me fascina. - Não! Nada de triângulos amorosos ou personagens morrendo no final, com cenas tristes e dramáticas. - Só o bom e velho amor. (Hahaha ok, isso soou estranho)
Algumas já foram concluídas, outras estão em andamento. A minha primeira história está com uma escrita H-O-R-RÍ-V-E-L, escrevi há mais de um ano. - Mas sempre será minha preferida. Só por ter sido a minha primeira.
Enfim, acho que é apenas isso...><

Uma Nova Direção:
Guilhermo & Evangeline.
Sinopse:
Guilhermo tem o passado marcado por festas e uma enorme coleção de revistas que não se importavam de mostrar seu roteiro diário e a diversidade de mulheres que ele saí. . Um homem lindo, charmoso, inteligente e que tem a mulher que quer, quando quer. Isso até conhecer a contraditória e linda Evangeline.
Ela é uma Diretora Executiva Americana que viaja à Barcelona, para fechar um tão esperado contrato com as indústrias D'Angelo. Em sua vida, o que mais importa são as instituições as quais se dedica, a empresa que dirige e sua família. Relacionamentos e se envolver com qualquer pessoa que seja, não está em seus planos. Quando conhece Guilhermo, não se importa em falar tudo o que acha de homens como ele e principalmente em não ser gentil...
Resumo:
Durante o mês que é necessário para que Evangeline apresente sua empresa e convença os diretores da D’Angelo — entre eles Guilhermo — a fechar um contrato. Ela tenta de todas as formas não cair na tentação que ele é. E se parabeniza por voltar à Nova Iorque com o orgulho intacto e o ódio por ele renovado, já que o mesmo demonstra ser exatamente como ela pensou; um cafajeste e cretino.
 O problema é que ao assinar o contrato ela concordou com a abertura de uma filial daquela empresa, sendo presidida por ninguém mais, ninguém menos que o Sr. Sorriso Sensual. E terá que lidar com a presença dele todos os dias. Se suas dúvidas sobre dormir ou não com ele estivessem apenas ligadas ao homem que ele é e com a possibilidade de ser descartada no dia seguinte, seria bem mais fácil lidar com suas inseguranças e aceitar a proposta que ele lhe faz. No entanto, não é apenas isso que a impede.
Link: http://fanfiction.com.br/historia/356218/Uma_Nova_Chance/
*Concluída
Minha Querida Chefe:
Ian & Corinne.
Sinopse:
Quando Ian se vê completamente louco por sua chefe, começa a temer ficar a sós com ela. Pois acha que a qualquer momento pode não conseguir se controlar.
Apesar de ter certeza que poderia matá-la a qualquer momento, as reuniões e encontros indesejados na empresa são inevitáveis. E cada um deles se torna uma tortura maior e mais prazerosa a cada dia.
Quando tudo o que quer é tê-la para si em sua cama, vale tortura-la também? Usando seu ponto fraco?
Uma mulher tão arrogante e insuportável quanto atraente e inteligente.
Um homem que não desiste do que quer. Lindo, possessivo, determinado e Inteligente.
Quem é capaz de conseguir o que mais deseja?
Apenas mais uma carta:
 "Minha querida chefe, gostaria de lhe dizer com estas poucas palavras, o quanto eu a odeio e quero matá-la todos os dias. A srta. é realmente uma filha da puta comigo quando quer, e tenho certeza que sempre quer.
Os últimos dois anos que estive ao seu lado podem ser definidos por: terríveis, insuportáveis, intermináveis e frustrantes... Acho que poderia facilmente lhe dar um adjetivo por cada dia que se passou...
Seus gritos e brigas por tantas bobagens eram estressantes... Admito, minha vontade era de joga-la na mesa de sua sala e lhe mostrar o quão errada você estava. Sempre achei que tudo o que a srta. precisava era de um homem que soubesse satisfazê-la. Sexo forte, intenso e prazeroso. - Do jeito que eu tenho certeza que você gosta. - Talvez essa fosse a única coisa que faltava em sua vida. E eu gostaria de ser o homem lhe dar tudo o que desejasse, a fazê-la gritar de prazer."
Link: http://fanfiction.com.br/historia/464456/Minha_Querida_Chefe/
*Concluída
Uma Nova Direção:
Jake & Jordanne
Sinopse:
Jordanne é uma garota bonita e inteligente, que mora na bela e encantadora Roma. Está no 3° Semestre da faculdade de medicina. E ao que todos pensam tem uma vida perfeita; pais perfeitos, casa perfeita... Errado. Tudo em sua vida é construído a partir dos sonhos de sua família, estudar medicina não foi diferente. Suas ambições e sonhos são outros, mas sem o apoio de sua família acha impossível torna-los realidade. Até que recebe uma carta. A carta que pode mudar sua vida e lhe ajudar a realizar tudo o que sempre quis...
Apenas um trecho:
Eu me esforcei tanto para conseguir aquela bolsa. Briguei com meus pais e saí da Itália contrariando todos eles. Não posso e não vou colocar tudo à perder por um desejo sem sentido. O que eu não quero é desistir de meus sonhos. Um “caso” nunca esteve em meus planos. Não posso simplesmente seguir uma nova direção, quando as consequências que isso vai me trazer, são desconhecidas por mim.
 *Em Andamento
Link: http://fanfiction.com.br/historia/508664/Uma_Nova_Direcao/
Princesa Implacável
Henry & Hannah
Sinopse:
Eu estou casada. Depois de meses essa droga foi oficializada!
Meu pai - O príncipe do Condado de Cambridbel. - conseguiu me prender a um homem sete anos mais velho que eu. E agora esta livre de mim. Um pai não deveria fazer coisas deste tipo com sua filha. - Mesmo que ela fosse como eu.
Tenho vinte e um anos e sou uma mulher adulta. Poderia muito bem escolher com quem passar o resto de minha vida! Mas infelizmente sou filha de um príncipe. E mesmo estando no século XXI, a mim, cabe apenas seguir suas ordens e fazer o que todos esperam que eu faça. Não tenho direito a nada que não seja aprovado por ele. Não posso simplesmente expor minhas opiniões. E realmente odeio isso!
Henry é o herdeiro do Condado de Constia. Tem vinte e oito anos e vive aparecendo em revistas de fofoca. Para todos ele é a "combinação perfeita de beleza, título e dinheiro". O que não sabem é que ele é um cafajeste! Um sedutor de quinta!
E se acha que acabou de encontrar a "esposa troféu perfeita" está terrivelmente enganado.
Apenas um trecho:
"– Vocês me impedem de votar, de dar minha opinião e de fazer o que eu quero, mas nunca vão conseguir mudar minhas opiniões sobre nada! - Fiz tudo o que podia para não falar alto demais.
– Eu a admiro por isso. - Involuntariamente fiz uma careta e ele pareceu não perceber, pois continuou. - Porque é diferente e não aceita as coisas como estão."
Link: http://fanfiction.com.br/historia/509696/Princesa_Implacavel/
*Em Andamento
Por enquanto, é apenas isso!
Beijos cerejas!